segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Uma manhã deliciosa

Sempre  me senti atraída por homens
maduros, há quem diga que isso ocorre porque nunca tive pai, não sei não... o fato é que a maturidade alheia flerta comigo e eu gosto, gosto de um modo especial, afinal nos primórdios da minha sexualidade, no meu despertar era neles que eu pensava ao me tocar, nos coroas, eram tios, vizinhos, pais de minhas coleguinhas... Todos me comiam em meu imaginário precoce e pervertido.
__ Você veio!
O carro verde me encantou, adoro coisas diferentes e aprecio quem partilha do mesmo gosto e nesse caso isso foi só um detalhe, nos falamos há algum tempo, já me apoiou na defesa dos animais, na verdade sempre que necessito me apoia na causa, é um homem que tem namorada e esposa, muito atraente... Vinha esperando uma chance de nos encontrarmos e ela apareceu, trocamos um beijo, me entregou a colaboração referente a internação do Francisco (um dos gatos que protejo como filhos) e me deixou guia-los até um motel.
__ Aqui!
Escolhemos uma suíte com hidro, fui assediando-o, acariciando-o vez, ou outra, fazendo-o perceber meu desejo de ser sua.
__ Que foi?
__ O ar...
__ Não tá funcionando?
__ Parece que não.
Percebi que estava as turras com o ar condicionado, fomos para cama onde não resistentes ao calor começamos a nos despir conforme as coisas foram acontecendo, beijos, esfrega esfrega, massageei com os seios suas costas, deitado abriu a calça, deixou a piroca dar o ar da graça e que graça! Babadinha tesuda, engoli, lambi, mordisquei, chupei, beijei como se beijasse uma boca e ela fosse a língua, fui descendo até senti-la na garganta e depois segui acariciando seu peito, dando mordidinhas na virilha, lambidinhas no saco, levando-o a loucura e enlouquecendo com sua pré disposição a me deixar brincar com seu cu, percebi que estava se entregando, então coloquei uma almofada em baixo de seus quadris para eleva-lo e chupei seu rabo, enfiei a língua na gruta, para em seguida, lenta e safadamente meter o meu dedo enquanto com a outra mão punhetava-o.
__ Assim vou gozar...
Disse entre gemidos, perguntei se queria que eu parasse, mas já era tarde, esporrou seu leite docinho e farto e gozei só de ver. Satisfazer me causa satisfação.
__ Pensei em te deixar descansar um pouco, mas acho que não precisa... Realmente não.
A piroca não amolecia, peguei uma cerveja, chupei a rola com ela na boca, todo esse pega-pega me excita e gostei de tudo nele, dos cabelos e barba grisalhos, da pica na medida, da pegada sacana e do modo carinhoso com o qual me tratara, segundo ele saiu do script ao jorrar nas preliminares, segurar para quê?! É só gozar de novo, tão simples quanto somar 1+1.
__ Deixa eu te chupar um pouco...
Com certeza, arrancou minha calcinha suavemente, fiquei de quatro e se meteu em baixo de mim, deu aquele banho de língua na minha xota e colocou seus dedinhos até faze-las pulsar num orgasmo que me fez rebolar na cara dele.
__ A hidro já tá cheia, vou lá desligar.
Se não me engano a regulei assim que chegamos, quase sempre tomo a frente nisso e a preparei para nós dois, com bastante espuma. Avisei que fumaria um cigarro perto da área externa perto da banheira cuja porta de vidro me enganou na chegada e tentei atravessa-la tipo uma x man...Na hora que abri a espuma no dente também engoli um pouco de sabão, coisas que acontecem com qualquer pessoa estabanada.
__ Vem!
Convidei e antes me cerquei de tudo que iria precisar, não esqueci se quer daquele “verde cabuloso” para legalizar e lá nós ficamos um bom tempo se conhecendo, se curtindo, se querendo.
__ Agora é hora de te provocar de novo...
Voltei para água, estava deliciosa, nos beijamos mais e roçamos nossos corpos, sentei no seu colo e no tesão do esfrega esfrega bateu a vontade da foda, do pau na xota, era o desejo de ambos e naquele clima de prazer aconteceu, me fodeu de quatro na banheira, fodeu e dei aquela gozada com rebolado, meteu e deu um grito, era o gozo, sagrado, aquele que não deve ser reprimindo.
Relaxamos.
__ Vou tomar um banho.
Aguardei seu retorno na hidro tomando mais uma cerveja, fumando mais um cigarro, saciada, entretanto seria capaz de ficar naquele jogo até o cair da noite, nos vimos no início da manhã, então imagine, o quanto estava afim de brincar, de descansar da correria da vida em boa companhia... Pena que o que é bom dura pouco.
__ Já tenho que ir...
Tem liberdade dentro do casamento para sair com outras, no entanto curti ter seus segredos...  Me deixou em casa, foi bom enquanto durou e claro, quero mais!

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Beijos!! Até a próxima!

sábado, 23 de setembro de 2017

Duas histórias que provam que o prazer não tem limites

Olá gente delícia ❤ Sejam todos bem
vindos!
Hoje trago duas histórias digamos... Não convencionais, vamos falar de fantasias, fetiches, de nossas sagradas taras que de tão sagradas deixamos muitas vezes guardadas  num cantinho secreto e sombrio da alma para ninguém notar.
Uma leitura cheia de tesão é o que lhes desejo.
Bom final de semana!

O Mestre de Obras e Sua Ferramenta Maravilhosa

Há alguns anos atrás João me parou na rua e falou na maior cara de pau:
__ Quanto você quer para me deixar te olhar peladinha?
__ Para com isso...
Nunca dei trela, era mestre de obras, dos bons, poderia ter barganhado e feito uma reforma na minha casa, mão de obra de qualidade anda o olho da cara, porém não era o momento, eu não atendia, achava que cash e prazer sexual não se cruzavam... Como estava enganada.
__ Não quero nada, além de te ver peladinha, eu bato uma te olhando, sempre quis ver uma gordinha sem nada e você é tatuada! Quero contar essas tatuagens...
__ Cuidado João, olha a Dulce!
Dulce era amiga da minha mãe, quando tomei Berotec por engano foram eles que me levaram para o médico... Aquilo parecia tão sacana, me masturbei muito imaginando como seria, mas não aceitei, eles se mudaram e o tempo passou, até que numa tarde dessas saindo do mercado eis que encontro o casal.
__ Fernanda! Como está sua mãe?! Vocês mudaram o número do telefone?!
Sua mulher sempre foi tagarela, falou por uns dez minutos e acabei deixando com ela meu número para que pudesse falar com minha genitora e cortei logo o papo.
__ Então apareçam!
Entrei no meu ônibus, normalmente ando de lotação sem calcinha, algo que me remete a Solange minha Rodriguiana favorita e deixo que o motorista note só por diversão, isso me excita... Cheguei em casa, tomei um banho demorado e do nada chega uma mensagem no meu Whats:
__ Ainda quero ver o que você tem por baixo do vestido.
Na mesma hora me lembrei de João.
__ Quem é?
Perguntei e prontamente confirmou minhas suspeitas:
__ João.
Me mandou uma foto, olhei suas linhas de expressão, é um coroa bem gasto, queimado de Sol, de expressão cansada, maravilhosamente decadente, quem disse que eu não gosto?! Há certos venenos de sabor tão doce, assim é a maturidade, há nela algo de poético.
__ Dulce sabe que pegou meu número?
__ Esquece a Dulce! Voltei para casa de pau duro imaginando como teria sido se você tivesse aceitado a minha proposta.
Para que servem duas cabeças sincronizadas, se não para pensar? Escutei a de cima e a de baixo, a cabecinha do grelo estufado que parecia vivo de tesão com a ideia de tornar real a fantasia de João.
__ Quem sabe hoje eu esteja disposta a aceitar?
Aposto que ficou maluco do outro lado.
__ É mesmo?
__ Uhum, ainda pagaria?
Obviamente respondeu que sim.
__ Qual o preço?
Não me fiz de rogada, estipulei o valor e as regras.
__ Eu tiro a roupa, me exibo para você enquanto se toca.
__ Isso...
Combinamos para última Sexta, aventureiro me buscou na porta de casa, ai dele se fosse visto por alguém, ai de mim talvez também, sua mulher é do tipo barraqueira sem medo de fazer escândalo, franzina, porém brigona.
__ Boa tarde.
Usando uma bermuda de tactel azul e uma camiseta laranja me recebeu em seu carro da moda.
__ Que progresso João!
Difícil pensar nele sem lembrar do se Passat velho azul metálico de funilaria detonada. Houve uma vez em que fomos para praia a convite deles e pensei por várias vezes que a lata velha fosse perder o freio na serra, mas a geringonça aguentou forte.
__ Gostou do possante?
__ Gostei...
Na verdade, esse tipo de coisa me soa na maioria das vezes indiferente, sei apreciar um modelo bacana, no entanto já que não é meu, tanto faz para mim se vamos de Lamborghini, ou montados numa bicicleta motorizada.
 __ Acho melhor irmos logo, antes que alguém te veja...
Aconselhei e partimos em direção ao motel.
__ Só pedir um quarto?
Estranhei.
__ Você nunca foi?!
__ Já, mas faz tempo, dês de que a Dulce virou crente não voltamos mais... Nem lembro como é que é.
Rimos.
__ Escolha uma suíte no painel e manda ver!
Escolheu. Fomos num local pouco popular no qual estive duas, ou três vezes antes daquela.
__ Acho a decoração desse lugar não patriota.
Detesto aquelas paredes pintadas de verde e amarelo, entramos na garagem e percebi sua animação.
__ Está excitado?
Me segurei para não dar um confere, o volume era tentador.
__ De mais!
Sacudiu a cabeça positivamente.
__ Vamos descer então.
Abriu a carteira e sacou a moeda.
__ Aqui.
Peguei meu dinheiro e fui na frente. Dali em diante me dedicaria a sua fantasia.
__ Bem vindo!
Visivelmente ansioso me perguntou onde tinha cerveja, mostrei o frigobar. Pegou uma para ele e outra para mim. Brindamos.
__ Ao prazer!
Levantei a lata, coloquei um som, o contratante era ele, mas o show era meu, trilha sonora da minha playlist então. Acendeu um cigarro.
__ Posso?
Perguntei tirando-o de sua boca e levando-o a minha embalada por Fever, com meu vestido lilás de zíper, meia arrastão e lingerie preta...Fui me despindo e juro, acho que estou ficando boa nisso, em me despir de um modo mais performático, embora recheado de fogo natural. João... tirou o pau para fora, da cama me olhava através do espelho e através de mim mesma, seu olhar atento transcendia... Abri a bunda, dei umas belas piscadas com o cu, apertei os seios com as mãos enquanto sem pudor o mestre de obras socava uma bem tesuda, seu caralho babava, que jeba veiuda!
__ Gostosa!
Andei pelo quarto, a bronha continuava, peguei o meu consolo na bolsa e me deitei ao lado dele de pernas abertas, aquilo não estava no nosso script, porém sabia que surpreenderia-o positivamente.
__ Que tesão! Safada!
Comecei a meter e a gemer, olhos fixos nos dele, vezes desviava-os para seu membro latejante, uma tora.
__ Assim acabo não aguentando...
Se ajoelhou sobre os lençóis para me ver melhor, observar o “Urso” entrando e saindo, é esse o nome do meu consolo. Pedi que se masturbasse rente ao meu rosto.
__ Faz aqui de pertinho...
Queria sentir o aroma das bolas, o cheiro de macho.
__ Seu puto...
Houve momentos em que pensei que João não resistiria e me tocaria, dava para ver que estava se segurando enquanto quase esfregava a rola na minha cara.
__ Putinha!
De repente, rolou um tremor involuntário na vara e ela encostou na minha boca enchendo-a de água e me obrigando a abocanha-la, não era para ser assim, mas como ter uma pica tão perto e ao mesmo tempo tão longe?! Arrisquei, o máximo que poderia acontecer seria curtirmos, ou ele pedir para parar e não pediu, se envolveu, dominei o coroa de quase dois metros, deitei o homem e perguntei:
__ Posso te levar para as nuvens?
Estava sem palavras, quem cala consente, entendi como um sim E mordido suas coxas, passei a ponta dos dentes no saco, vesti o cacete com meus lábios, engoli até doer a garganta e me fazer sentir náusea.
__ Olha só que rola de cavalo!
Que mamada gostosa, inusitada, cheia de desejo, barulhenta, babada... lambi seu cu e ele quase deu um salto, porém não fugiu e relaxado se deixou levar pelas linguadas. Eu queria mais, entretanto algo me dizia para ir suave, estava a um passo do esporro. Sentei na cara dele.
__ Sente o gosto da minha bunda, lambe essa buceta!
Alucinado, fazia tudo que eu dizia e um pouco mais. Gozei fincada na língua dele e depois o beijei, acariciei a rola e coloquei uma camisinha nela com certa dificuldade admito, era grossa de mais.
__ Ai que gostoso!
Fui descendo na pica, sendo arregaçada, ainda bem que tudo volta ao lugar se não estaria perdida, que caralho!
__ Tô quase gozando...
Se segurou, gozei outra vez, lambuzei meu cuzinho de lubrificante e de quatro esperei que me tomasse como um incubo adestrado e ele tomou, empurrou o cacete para dentro primeiro da xota e depois no cu. Pensei que não fosse aguentar, no entanto fui relaxando, puta, cachorra, mulher!
__ Vadia!
Gargalhei lírios e lírios ao deleite do orgasmo, não vejo de outra forma, minha gargalhada é o grito que anuncia a satisfação anal, eu morro de rir quando gozo pelo rabo, o meu riso misterioso e imoral marca meu fechamento.
__ Ahh!
Adoro quando o homem deixa escapar um gemido, João jorrou dentro do preservativo e vibrou dentro de mim.
__ Uau!
Falei e deitados lado a lado, acendeu um cigarro para mim e outro para ele, me encarou pelo espelho do teto e disse:
__ Sabe quanto tempo fazia que não comia outra mulher além das Dulce?
Fiz com o dedo que não.
__ Trinta anos.
Quase a minha idade, uma vida!
__ Está brincando...
__ Tô não, nunca traí.
__ Tudo tem sua primeira vez.
Fui sarcástica.
__ Se depender de mim, com você terá a segunda, a terceira...  Rapaz nunca fodi tão gostoso assim!
É bom quando é bom para os dois.
Tomamos um banho, comemos um lanche e me trouxe para casa.
João teve a fantasia realizada e viveu algo que nunca houvera vivido: Uma experiência extraconjugal... Me senti uma puta levada.


Pandora
Essa é uma história um pouco diferente das demais... Tesuda, mas diferente do princípio ao fim.
Ed apareceu num momento muito delicado da minha vida, me pegou numa fase tensa que me deixou extremamente vulnerável. A princípio ele seria só mais um cliente, pagou adiantado inclusive,  entretanto acabei me abrindo com ele sobre o que vinha passando e recebi seu apoio em TODOS OS SENTIDOS, o que Ed fez por mim nenhum parente, ou amigo faria e quando a tempestade se acalmou nos encontramos.
__ Para onde mesmo?
__ Motel Corpo e Alma.
Peguei um Uber, chovia muito, uma noite daquelas que não colocamos a cara para fora de casa se não por questões emergenciais, não era o caso, entretanto Ed é um homem casado, daqueles que onde a calça vai o cu vai atrás, se é que me entendem, confesso inclusive que não saberia viver uma relação como essa, de tamanha falta de privacidade, me causa a impressão que você deixa de ser você e passa a ser uma criatura que se funde na outra formando um indivíduo que não pensa sozinho, até pensa, mas de um modo tão oculto que não me faria bem... prossigamos.
__ Obrigada.
Paguei, desci, subi a escada que dava acesso a suíte Las Vegas, amo essa! Cheguei e fui recebida por ele de roupão, todo gostoso, barbudo, me pegou no colo, me beijou na boca, deu aquela sarrada forte e me levou para o quarto.
__ Safado!
Nos pegamos um pouco, vários amassos, a vontade era grande... Era um homão da porra como se diz, em todos os aspectos.
__ E aí vamo chamar a Pandora?
Agora a história começa a ganhar um rumo peculiar.
__ Aqui estão as coisas.
“As coisas” eram, uma calcinha de tigresa, uma tiara com orelhas de felina e um sutiã.
__ Me ajuda?
Empolgado começou a vestir as peças sozinho, precisou de socorro só na hora de fechar o sutiazinho.
__ Pronto!
Presenciei sua transformação, afinou a voz, rebolou pelo quarto querendo ser chamadA de gatinha, de  cachorra, de vadia!
__ Que putinha!
Empinou a raba.
__ Bem putinha! Gosta da sua gatinha putinha?
__ Adoro, sua safada!
Foi até a pista de pole dance e se arrebitou todA.  Era bem safada, safado... lembro que esfreguei o consolo no seu rabo.
__ Quer rola, é sua puta?
__ Eu querooo, vai comer bastante a sua gatinha?
Até miava!
__ Vou!
Chupei seu cu, que viagem... Com o tempo curto, se permitiu viver tudo ao mesmo tempo, ser o homem e a mulher até então entocada no seu subconsciente. De repente se virou para mim e disse que precisava me comer um pouco antes de finalizarmos com a Pandora e me chupou toda, mamou meus seios, me fodeu com a calcinha de tigresa e tudo, colocou a pica para fora e meteu com força até eu gozar.
__ Come seu puto!
Comeu fundo, macho de orelhas de gata e lingerie feminina. A hora da Pandora chegou, voltou a rebolar, se empinar, incorporou a vadia louca por piroca na raba.
__ Como quer que eu goze?
__ Dando esse cu!
Lamentável estar sem minha cinta, mas demos um jeito. A gata safada ficou sobre o degrau de acesso a hidro, lubrificada pela minha língua atrevida, fui socando o cacete grosso e chupando suas bolas, seu rego, pica e virilhas, engolindo o “grelão” da Pandora enquanto se abria toda para o consolo entrar, foi arrombada, alargada até esporrar... gozou que nem “macha” e em seguida se desesperou com o horário, saiu correndo do motel com medo da mulher ter desconfiado de seu entretenimento fora do matrimônio, deu a loca em Ed. Após ter dado vida ao seu eu feminino. Nos despedimos na garagem e quando ele se foi, tomei um banho rápido na hidro e com 3% de bateria no celular descolei um Uber o que foi muita sorte, pois se ela tivesse acabado antes teria andado na chuva por pelo menos uma hora tarde da noite na Via Dutra até a minha casa, mas deu tudo certo, no final prevaleceu o prazer.

VAMOS NOS ENCONTRAR?
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ATÉ A PRÓXIMA!